Terça-feira, 30 de junho de 2026 - 15h39

Se na briga pela principal cadeira do Palácio do Planalto os
embates político-eleitorais girarão em torno da questão ética – uma bandeira
que o Partido dos Trabalhadores já levantou forte e fartamente -, no estado de
Rondônia por certo que uma das principais fontes de peleja no período da
campanha eleitoral será a segurança pública. Afinal, esse é um setor da
administração do Cel. Marcos Rocha que mais tem chamado a atenção da opinião
pública pela escalada da violência.
Os meios de comunicação, como os jornais eletrônicos Gente de
Opinião e Expressão Rondônia, aqui e ali, trazem ao conhecimento da população
fatos estarrecedores que atestam de maneira inequívoca que algo não vai bem nesse
que é um direito fundamental e condição essencial para o exercício da
cidadania, garantido na Constituição Federal, motivo pelo qual os candidatos à
sucessão estadual devem ter a coragem de apresentar e discutir propostas para a
modernização da segurança pública.
É verdade que a Secretaria de Segurança vem-se esforçando, segundo
fontes governamentais (nem poderia ser diferente), para devolver um pouco de
tranquilidade aos lares rondonienses. Contudo, ao que parece, o efeito prático
disso pouco tem contribuindo para reduzir os elevadíssimos índices de
criminalidade.
Já disse, e repito, que a questão da segurança pública vai muito
além de propostas e discursos vazios de campanha eleitoral. A situação é grave
e, por isso mesmo, precisa compor o mosaico das preocupações do próximo
governante do Estado. Que assim seja, pois não é outra a expectativa da
sociedade.
Terça-feira, 30 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
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