Segunda-feira, 22 de junho de 2026 - 07h50

Bagé,
RS, 22.06.2026
Termo de Depoimento do Sr. Gen
Div Décio dos Santos Brasil
No
dia 09 de setembro de 2022, às 11h00 (Horário de Brasília), em audiência
virtual realizada por intermédio da plataforma Teams, tendo como objetivo
compor o laudo pericial antropológico do Assistente Técnico da União, nos autos
da Ação Civil Pública – Waimiri-Atroari, n° 1001605-06.2017.4.01.3200, inicio a
inquirição do Sr. Décio dos Santos Brasil.
O
Sr. poderia informar o seu nome completo: Décio dos Santos Brasil; identidade:
12.266.474.2-6 – emitida pelo EB/MD; CPF: n° 568.674.097-68; patente: General
de Divisão; estado civil: casado; natural de Pindamonhangaba, SP; filiação:
Décio de Almeida Brasil / Vera Margarida dos Santos Brasil; sua residência: Rua
General Júlio Salgado 950, ap. 62, Pindamonhangaba, SP.
Vamos
então às perguntas:
Pergunta: o Sr. serviu [trabalhou ou
prestou serviço] no 6° Batalhão de Engenharia de Construção [6° BEC] em que
período?
Resposta: eu cheguei no início de 1986,
recém-promovido a Capitão, e fiquei até março/abril de 1988.
Pergunta: o Sr. poderia complementar
alguma coisa à respeito deste período?
Resposta: sim, eu fiquei na sede do
Batalhão primeiramente, até final de 86, quando fui designado para comandar a
1ª Cia E Cnst localizada em Santo Antônio do Abonari, assumi o comando em
meados de novembro e fiquei até março de 88 lá no Abonari quando assumiu o
comando o Capitão Sadon Pereira Pinto, da turma de 77, e depois passei o
comando para o Capitão Albano da turma de 80.
Pergunta: o Sr. tomou conhecimento, na
época, dos massacres perpetrados pelos Waimiri-Atroari ao Posto Alalaú II [no
dia 01.10.1974], à turma de desmatamento – os maranhenses [no dia 18.11.1974],
e ao Posto Abonarí II [no dia 29.12.1974]?
Resposta: eu tomei conhecimento bem
antes de chegar ao 6° BEC. Meu pai servia em Cruzeiro do Sul, AC, no 7°BEC, até
o início de 75 e essas histórias corriam lá pelo 7°BEC, tanto as histórias do
6°BEC quanto as do 9°BEC que também teve eventos semelhantes com ataques de Índios
às equipes da construção das estradas, a BR-364 e a BR-163, se eu não me engano
então essas histórias já corriam. Depois ao chegar ao Batalhão, já como eu
tinha assumido também a função de S/3 e Relações Públicas na época, além de
outras funções, a gente tratava desse assunto já e me aprofundei no
conhecimento e ao chegar ao Abonari, tive conversas com antigos servidores do
Batalhão que trabalharam na abertura da estrada e que tinham o conhecimento
real do que tinha acontecido, então eu conheci bem o assunto dos ataques que
aconteceram e as providências que foram tomadas na época.
Pergunta: qual foi sua experiência com
os Waimiri
Atroari?
Resposta: eu tive contato com os Índios
desde o início antes mesmo de assumir o comando conhecendo o trecho, as obras
que estavam em andamento, e então já tive os primeiros contatos com os Índios,
um pouco ressabiado pelas histórias que contavam, mas acalmado pelo então
Capitão Pereira Pinto que era comandante da Companhia e que tinha uma
integração muito grande particularmente com os Waimiri que ficavam mais
próximos do acampamento do Abonari e nesse momento eu já conheci o então o Cacique
da tribo dos Waimiri, o Índio Tomás com quem mantive um relacionamento de
amizade durante toda a minha permanência no trecho da 1ª Cia E Cnst e
constantemente nós íamos à aldeia que ficava próxima do Rio Abonari, eles eram
nômades, tinham
várias aldeias
espalhadas
pelo território
deles e
quando a
área ficava
sobrecarregada,
o cheiro
que eles
produziam, a
falta de
caça,
eles mudavam
para outra
área. Então eles ficavam rodando pelas
diversas aldeias que eles tinham, mas normalmente encontramos os Índios sempre
ali na aldeia próxima ao Posto da FUNAI que tinha na beira do Rio Abonari e
sempre encontrávamos alguém quando a gente passava pelo trecho.
Pergunta: o Sr. notou, neste período, o
sobrevoo de alguma aeronave militar sobre a área, além do avião da FUNAI ou do
6° BEC?
Resposta: não, não ouvi, além dos
aviões e helicópteros da FAB que esporadicamente pousavam no Campo de Pouso do
Abonari, que aproveitava o leito da estrada que margeava o campo de pouso. Nós
fazíamos questão de manter esse Campo de Pouso sempre em perfeitas condições
que era a nossa possível válvula de escape numa emergência. Víamos os aviões da
FAB, o Batalhão já não tinha mais aviões nessa época que antes eram contratados
para executar trabalhos para o Batalhão então a FAB apoiava com seus aviões
pequenos, Bandeirantes e outros menores e helicópteros que sempre quando nós
precisávamos eles apoiavam. Avião estrangeiro eu não vi, outros tipos de
aeronaves eu sei que na mina do Pitinga lá na Mineração Paranapanema (Taboca)
tinha um aeroporto que depois foi ampliado, inclusive, e transformado em
aeroporto internacional, mas nessa época eles tinham um aeroporto razoável no
qual pousavam aviões de médio porte e esses aviões, normalmente faziam uma rota
de Manaus por fora da reserva, olhando o mapa do Brasil vamos dizer assim a
Leste da reserva, contornavam a reserva pelo Leste por cima do Rio Uatumã e
chegavam até esse Campo de Pouso, então dificilmente a gente via uma aeronave
que não fosse da FAB ali no nosso acampamento.
Pergunta: o Sr. presenciou algum tipo
de incidente na BR-174 e a presença de algum estrangeiro neste período?
Resposta: a passagem de estrangeiros
pelo Abonari era também esporádica, mas tinha um movimento sim, algumas
pessoas, normalmente autorizadas pela FUNAI ou pelo Governo Brasileiro, e
aconteceram 2 episódios bastante marcantes para mim. O 1° foi de uma equipe de
jornalistas da Dinamarca, dois casais jovens e umas moças muito bonitas, que ao
passar por dentro da Reserva o Viana, que era o Cacique dos Atroari, se apaixonou
por uma delas, pegou a equipe e prendeu-os numa aldeia que os Atroari tinham
próximo ao Jundiá, que era o nosso limite da Reserva, a Reserva ia do Abonari
ao Jundiá. Próximo ao Jundiá ficava esta aldeia dos Atroari e eu tive que ir lá
negociar com Viana para liberar os repórteres dinamarqueses foi uma conversa
amigável, não tivemos grande problema. O Viana era um Índio aculturado, já
tinha ido à Europa, não se trajava igual aos outros índios, usava calça jeans,
camisa Apolo, tênis de marca era, portanto, um rapaz moço e totalmente
aculturado, mas quando lhe convinha ele era Índio mesmo, e nessa ocasião ele
vestiu a roupa de Índio e não queria liberar o casal, almocei com eles, comi a
comida deles e depois de muita conversa conseguimos liberá-los e nunca mais vi
esses jovens dinamarqueses, eles não voltaram mais por ali. Numa outra ocasião,
a gente via que eram meninas
turistas,
se não me engano americanas que passaram pela Companhia, nós tínhamos na época
o controle dos movimentos das viaturas dentro da reserva, nós colocamos uma
cancela no Abonari e outra no Jundiá, elas eram fechadas às 18h e abertas à
06h, e todo aquele movimento de caminhão que ia em direção à Boa Vista parava
num posto de gasolina que tinha em frente ao acampamento do Abonari e essas
pessoas normalmente iam lá, por curiosidade, na Companhia para saber o que se tratava
ali e foi assim que eu conheci essas duas moças americanas que por curiosidade
foram até a Companhia e me levaram as duas até o meu gabinete e eu conversei
com elas e depois elas seguiram viagem. No dia seguinte, de carona num caminhão,
que transportava uma carga de madeira beneficiada, veio sofrer um acidente já
depois da Reserva e uma das moças acabou falecendo esmagada pela carga, foi um
transtorno para nós, mas os órgãos de segurança e mais a diplomacia resolveram
o problema do corpo, de tudo e não houve nenhum inconveniente para nós
militares, mas lembro desses dois incidentes. Mas movimentos de estrangeiros
sempre tinha, alguém que passava por lá como jornalista montando um
documentário para ir até a Reserva, existia um Posto da FUNAI próximo, com um
servidor apenas da FUNAI, não lembro mais o nome dele, mas ele frequentava
nossa Companhia porque era casado com a filha de um Cabo nosso, Cabo Cardoso,
que era chefe da equipe de bueiros. Ele frequentava nosso acampamento, fazia
educação física com a gente, participava das solenidades, das reuniões sociais
e era muito amigo nosso e acompanhava esses estrangeiros quando entravam na Reserva
nas visitas que eles faziam.
Pergunta: o Sr. notou, neste período,
alguma melhoria implementada que favorecesse os Waimiri-Atroari?
Resposta: nós não fizemos nada neste
aspecto a não ser manter a estrada em perfeitas condições de tráfico porque
achamos que os carregamentos de cassiterita que vinham da mina do Pitinga
passavam pela BR-174, comboios enormes de carretas e a gente, não só por causa
disso, mas a estrada sempre estava em perfeitas condições porque eles nos
apoiavam muito, era mais ou menos uma troca de favores. Nós resolvíamos rapidamente
os problemas na estrada para que os comboios não fossem parados, uma questão de
segurança, o roubo de cargas, então as medidas de segurança eram muito
rigorosas e nós tínhamos esse cuidado de resolver os problemas da estrada o
mais rápido possível para não atrasar esses comboios que eram muito visados
pela bandidagem. Na época da construção da hidrelétrica de Balbina que era uma
barragem no Rio Uatumã, do qual o Abonari era afluente, o Lago que ia se formar
iria inundar uns trechos da estrada e esse foi o nosso trabalho num convênio
que o Batalhão teve como Eletronorte que era altear o greide da estrada,
construir pontes de concreto, construir bueiros celulares e tubulares num
determinado trecho da BR-174, particularmente dentro da Reserva. O Lago que se
formou pegou alguns Igarapés, eu não cheguei a ver este Lago formado, mas eles
projetaram o Lago e particularmente esta aldeia próxima ao Rio Abonari, onde os
Waimiri-Atroari passavam a maior parte de seu tempo, iria ser alagada e eles
construíram próximo daquela clareira que tinha outra aldeia, fizeram tapiris como
nós fazíamos nos nossos quartéis em toda a Amazônia, vamos dizer assim
industrializados, não artesanais como os Índios faziam, tapiris bem
organizados, fizeram acessos melhores com pontes sobre os Igarapés. Então eu
lembro dessa época que a Eletronorte e a Andrade Gutierrez que estavam
construindo a hidrelétrica de Balbina eles proporcionaram várias vantagens para
os Índios, armas de caça, veículos que eles passaram a transitar, cheguei a ver
isso aí, com veículos próprios doados pela Andrade Gutierrez e pela Eletronorte
que estava construindo Balbina. Eu estive nessa nova aldeia, já próximo da
minha saída do Abonari, realmente eles fizeram um trabalho de limpeza da área, se
depois eu conseguir achar algumas fotos eu vou manda-las para o senhor. Nas fotos
que eu tinha da época da antiga aldeia dos Waimiri-Atroari, dá para verificar
que o terreno é bem sujo com tocos de árvore e eles fizeram uma limpeza numa
clareira no meio da mata para instalação dessa nova aldeia, foi isso que eu vi
de melhorias para os Índios. A Paranapanema, também, proporcionava, como eles
passavam com seus comboios por dentro da Reserva eles de uma forma ou de outra
estavam sempre ajudando os Índios.
Pergunta: o Sr. poderia detalhar este
contato que manteve com o Tomás?
Resposta: o Tomás era um Índio mesmo,
embora ele já tivesse ido a Brasília, já tivesse tomado contato com a
civilização, ele ainda mantinha as suas características de Índio, ele andava,
nessa época os índios andavam nus ainda e quando eu saí de lá eles já andavam
com roupa, mas na época que eu cheguei lá eles andavam nus ainda e o Tomás era
um Índio mesmo ele gostava de conversar comigo, às vezes ele ia ao PC quando eu
estava na Companhia, para bater papo e às vezes eu ia à aldeia para bater papo,
quando eu saía de arejamento, o nosso regime de trabalho lá era 27 dias de
trabalho por três de arejamento, e trabalhávamos 24 horas por dia, e nesse
arejamento eu ia a Manaus com a minha família, minha mulher e meus filhos que
moravam comigo lá no Abonari e nessas ocasiões eu já herdei esse compromisso do
meu antecessor de fazer uma cesta básica com alguns produtos alimentícios e
produtos de higiene, eu lembro que o Tomás gostava do sabonete Phebo, então eu
comprava para ele, eu mesmo não usava sabonete Phebo porque era muito caro
naquela época, mas eu comprava sabonete Phebo para o Tomás e mantínhamos um
relacionamento de amizade e eles nos permitiam transitar e fazer o que
queríamos dentro da reserva. Nessa época o fechamento do greide, o senhor
conhece bem a área, é um barro que se chover vira tabatinga, é muito difícil, e
para você fazer a terraplanagem com esse material é muito complicado e nós
descobrimos uma jazida de material de primeira classe dentro da reserva e não
tivemos problema algum nem com a FUNAI, nem com os Índios, de abrir uma
clareira no meio da selva e explorar aquela jazida e toda a base e sub-base da
BR-174 naquele trecho que foi alteado foi feito com este material tirado desta
jazida de um cascalho muito bom e assim conseguimos fazer o nosso trabalho, mas
só tinha essa jazida não tinha outra, pesquisamos em muitos lugares e não
achamos. Como também para fazer os bueiros tubulares encontramos num Igarapé uma
jazida de seixos rolados, não tinha brita era muito cara para vir de onde
tinha. Nós conseguimos achar essa jazida de seixos rolados e fizemos todos os
bueiros com ele, bueiros celulares com uma fábrica de tubos que nós construímos
lá no Abonari e fabricamos os tubos todos na Companhia em vez de usar brita
usávamos os seixos rolados. Tudo dentro da reserva dos Waimiri-Atroari sem
qualquer constrangimento sem qualquer problema sem nada como disse. Nós
controlávamos a cancela porque havia casos de caminhoneiros que perturbaram os Índios,
particularmente as Índias e provocaram reações dos índios para com os
caminhoneiros, então para a segurança de todos havia esse fechamento da BR-174
na parte da noite. Depois que eu saí de lá houve um problema na época do
asfaltamento da BR-174 em que os Índios tomaram conta da cancela e cobravam um
pedágio criando problemas homéricos, que foram até narrados pelo Gen Silva e Luna
que teve de negociar o asfaltamento da BR-174 dentro da Reserva porque Os índios
começaram a criar problemas. Não havia qualquer interesse externo naquela
ocasião, esse funcionário da FUNAI que lá estava era muito chegado ao nosso
pessoal e também não criava nenhum tipo de problema, os interesses começaram a
crescer e acredito que isso tenha criado uma nova mentalidade dos Índios por
influência de pessoas externas com outros interesses na área.
Pergunta: o Sr. gostaria de acrescentar
mais algum comentário?
Resposta: sim, havia uma integração
total não só com os Índios, mas também com os colonos que viviam no entorno da
Companhia.
A
Companhia, vamos dizer assim, era a Prefeitura da área, embora o Município
fosse de Presidente Figueiredo eles procuravam a Companhia. Portanto ali o
Comandante da Companhia era o representante da Educação, da Justiça, da
Paróquia, tudo, o Comandante da Companhia assumia esses encargos. Eles
procuravam por qualquer problema, até particulares, briga de casais, a gente
tinha que interferir, a escolinha que nós tínhamos lá no Abonari atendia as
crianças até quarta série então junto com o Prefeito de Presidente Figueiredo
nós conseguimos ampliar para quinta série para que as crianças não parassem de
estudar e tinha muita criança na área, não só filhos dependentes de militares,
mas de colonos que moravam nas proximidades. Então essas coisas para um jovem
Capitão, recém-promovido, eram novidades impressionantes que talvez só a Arma de
Engenharia possa proporcionar. Agora com os Pelotões Especiais de Fronteira
talvez o Tenente lá também tenha essa experiência de ser único ente do Estado
na área e tenha de cuidar de todos os segmentos sociais. Ali também havia um
fluxo muito grande de pessoas, nós tínhamos uma padaria na Companhia que
produzia pão não só para o contingente, mas para Vila Militar, eram 15 famílias
que moravam no Abonari, mas os colonos e os Índios também iam levar um produto
que eles produziam na intenção de trocar por ovo, por pão e a gente quando
tinha disponibilidade fazia isso, uma carne de caça que nos interessava,
algumas frutas que eles cultivavam, a gente fazia essa troca que
era
extremamente benéfica para os dois lados.
A
nossa integração era tão boa que não havia qualquer tipo de problema. A nossa
subsistência fornecia nossos gêneros indo buscar em Manaus com o caminhão do
rancho, mas a carne só durava 20 dias e os outros 10 dias do mês nós tínhamos
que nos virar e assim a gente conseguia dentro da reserva que tinha uma
abundância muito grande de peixes e de caça e para isso nós tínhamos uma equipe
de caça que, vira e mexe, entrava na reserva com autorização da FUNAI e com
autorização dos Índios, a gente ia lá e fazia uma pescaria eu mesmo acompanhei
esta equipe algumas vezes, íamos ao anoitecer e voltávamos de manhã com alguma
caça, paca, veado, anta que ajudava a manter o rancho funcionando os 30 dias do
mês. E a abundância de caça e pesca dentro da reserva era notável, fora da
reserva não tinha os colonos já tinham tomado conta. E como nada mais disse e
nem lhe foi perguntado, dou por encerrado o presente depoimento às 11h27 (horário
de Brasília).
_________________________________
Gen Div Décio dos Santos Brasil
(Depoente)
_________________________________
Cel Eng Hiram Reis e Silva
(Assistente Técnico da União)
(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de
Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor
e Colunista;
YYY
Coletânea de Vídeos das Náuticas Jornadas YYY
https://www.youtube.com/user/HiramReiseSilva/videos
Campeão do II Circuito de Canoagem do Mato Grosso do
Sul (1989);
Vice-Presidente da Federação de Canoagem de Mato
Grosso do Sul (1989;
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
(2000 a 2014);
Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do
Exército (DECEx) (2015 a 2019);
Ex-Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério
Militar – RS (IDMM – RS) (2006 a 2013);
Membro do 4° Grupamento de Engenharia do Comando
Militar do Sul (CMS) (2014 a 2015);
Ex-Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia
Brasileira (SAMBRAS) (2002 a 2013);
Membro da Academia de História Militar Terrestre do
Brasil – RS (AHIMTB – RS);
Membro do Instituto de História e Tradições do Rio
Grande do Sul (IHTRGS – RS);
Membro da Academia de Letras do Estado de Rondônia
(ACLER – RO);
Membro da Academia Vilhenense de Letras (AVL – RO);
Comendador da Academia Maçônica de Letras do Rio
Grande do Sul (AMLERS);
Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola
Superior de Guerra (ADESG);
Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN);
Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós (IH
Galeria de Imagens
* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.
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Bagé, RS, 19.06.2026 Termo de Depoimento do Sr. ST Vet Luiz Mário Severo Ávila Ao dia 1° de setembro de 2022, às 11h56 (Horário de Brasília), em au

Bagé, RS, 17.06.2026 Termo de Depoimento do Sr. Cel Av Renato Meirelles No dia 1° de setembro de 2022, às 11h08 (Horário de Brasília), em audiência

Bagé, RS, 15.06.2026 Termo de Depoimento do Sr. Gen Ex Joaquim Silva e Luna Aos 31 dias de agosto de 2022, às 11h27 (Horário de Brasília), em audiê

Bagé, RS, 012.06.2026 Termo de Depoimento do Sr. Cel Eng Zauri Tiaraju Ferreira de Castro No dia 30 de agosto de 2022, às 16h09 (Horário de Brasília
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