Quarta-feira, 27 de janeiro de 2016 - 13h51
O presidente do Sindsaúde e candidato à reeleição pela Chapa 1, Caio Marin, se pronunciou sobre os ataques e calúnias que vêm sofrendo por parte dos grupos opositores à sua administração. Segundo ele, a situação financeira do sindicato já é do conhecimento dos filiados e faz parte da herança maldita deixada por ex-presidentes que hoje financiam grupos de oposição para voltar ao sindicato.
Sem citar nomes, Caio Marin disse que logo que assumiu a Presidência, o patrimônio do Sindsaúde já havia sido dilapidado e transferido para uma associação e que hoje é objeto de uma ação na Justiça. “Até mesmo o prédio novo, situado ao lado da sede administrativa está em litígio. Há ainda um rombo de R$ 2,5 milhões apurados em uma auditoria que foram desviados dos cofres do sindicato”, enumerou.
Caio ainda citou outras duas questões: a dívida de mais de R$ 4 milhões da administração anterior com um ex-contador que hoje está sangrando os cofres do sindicato, sem falar na falta de repasses do Governo do Estado que desconta do contracheque do servidor, mas não faz repasse. “Chegamos a ficar cinco meses sem receber repasse e essas dívidas de gestões anteriores já vinham sendo administradas com dificuldade”, avaliou.
Em relação ao Sisconv, o sindicato já está negociando a dívida, no valor de R$ 1,5 milhões com a rede responsável pelo convênio.
O dirigente, no entanto, disse que, mesmo com as dificuldades, o Sindsaúde nunca parou. Pelo contrário sempre trabalhou e mantém sua rotina de lutas e conquistado ao longo desses quatro anos muitas vitórias como a transposição, o realinhamento salarial, o retroativo, reformulação da sede campestre, projeto Minha Casa Minha Vida (já aprovado e dependente somente de licença ambiental para começar), dentre outras.
“Quem não tem proposta, ataca. Nunca cheguei na mídia para apontar o dedo sobre os adversários porque não tenho tempo pra isso. Prefiro mostrar propostas e o trabalho que já foi feito. Hoje o Sindsaúde, apesar da crise financeira, possui um hotel de trânsito estruturado e uma Associação Recreativa que vai captar recursos extras para a construção do nosso Centro de Convenção. Isso é trabalho, o resto é oportunismo”, comentou.
Fonte: Marcos Santana
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