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Política

Motoristas fazem “pegas” na zona leste da capital


Moradores dos populosos bairros da zona leste de Porto Velho denunciaram à reportagem uma série de irresponsabilidades e violações do Código de Trânsito Brasileiro praticadas por alguns motoristas e menores, cognominados “mauricinhos”, em avenidas dentro dos bairros Tancredo Neves, JK, Socialista, São Francisco e Jardim Santana. “O prefeito Roberto Sobrinho mandou asfaltar a Avenida Plácido de Castro e acabou com as crateras que dificultavam o trânsito. Quase cinqüenta mil moradores foram beneficiados, mas existem os motoristas irresponsáveis que aproveitam as boas condições da avenida para dirigir a 100, 120 e até 150 quilômetros por hora, no trecho entre as avenidas Amador dos Reis e União, principalmente no período noturno. Isto acontece porque parece que a Companhia de Trânsito da Polícia Militar não cumpre as ordens da comandante-geral da PM, Angelina Ramires, não fiscaliza, não faz blitz e ainda não fez um “arrastão” para identificar, multar e prender esses irresponsáveis”, denunciou a professora Marta Martins de Oliveira.

Vários moradores disseram à reportagem que várias quadrilhas de delinqüentes e “mauricinhos” aproveitam a ausência do policiamento ostensivo e fazem “pegas” também nas avenidas Amazonas (no trecho entre a Mamoré e o bairro Academia de Polícia) e Alexandre Guimarães, entre a Amador dos Reis e a União. Segundo os denunciantes, quase sempre o plágio tupiniquim das corridas de Fórmula 1 acontecem após as 22 horas. “Quem transita em ruas dos bairros da zona leste, no período noturno, sofre as ameaças das quadrilhas de assaltantes, drogados, viciados, narcotraficantes e fugitivos do sistema penitenciário. A      s provas estão nas estatísticas das ocorrências policiais registradas pela PM e Polícia Civil-PC. Soma-se à insegurança e ao desafio dos bandidos às forças policiais, ações delituosas de motoristas que ignoram dolosamente a legislação de trânsito e colocam em risco à vida de estudantes, trabalhadores, aposentados e religiosos”, disse a professora Marta.

Fonte: Abelardo Jorge

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