Quinta-feira, 3 de abril de 2025 - 08h44
Quando
se fala em hidrogênio verde e pecuária verde não está se tratando de política,
embora exista um “Partido Verde” que não tem necessariamente vinculação com o
hidrogênio ou a pecuária verdes. Aliás, assim como há partidos “liberais” que
pregam autoritarismo e “cristãos” que pregam violências, há na Coreia do Sul o
“Partido do Poder Popular”, que é de direita. É preciso ter cuidado com a
falsificação das siglas e dos nomes dos partidos políticos que se tornam o
oposto do que fingem pregar.
No caso do hidrogênio verde, não se trata de
algum ideal a se concretizar por política ou eleições, mas de apresentar uma
tecnologia que a partir da eletrólise da água por meio de fontes renováveis
como a eólica e a solar venha a gerar energia elétrica e combustível sem emporcalhar
a atmosfera com carbono. Aliás, pode-se dizer que o Estado brasileiro fez a sua
parte, com a aprovação da Lei 14.948/2024, que define bases jurídicas para a produção
do assim chamado hidrogênio verde.
Ninguém
acredita que a pecuária verde vai transformar boi em Hulk. É apenas uma imagem
para mostrar a diferença entre pecuária sustentável, que visa a reduzir
impactos sobre o meio ambiente, e as práticas antieconômicas. Nesse sentido, o Instituto
do Homem e Meio Ambiente da Amazônia e o Sindicato dos Produtores Rurais (PA) já
demonstraram que a pecuária verde valoriza e melhora a produção de carne, leite
e derivados.
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As conspirações
Temos
conspirações para todos os gostos e credos nos partidos políticos. No Republicanos,
presidido pelo empresário Aparício Carvalho, ex-deputado federal e vice-governador,
os deputados federais Lucio Mosquini (Ouro Preto do Oeste) e Thiago Flores (Ariquemes)
estão prontos para dar o bote e assumir a legenda. No União Brasil é batata a
queda dos manos Gonçalves no comando desta importante agremiação. A teia de
aranha está formada. Tempos conspirações também na Associação Rondoniense dos Municípios,
onde prefeitos (e temos alguns pilantras no meio) que afundaram a entidade
tentam aplicar um golpe no atual presidente, o ex-prefeito Hildon Chaves. É
coisa de louco!
Entrando em campo
A
impressão que dá é que o governador Marcos Rocha (União Brasil) que vai
disputar uma cadeira ao Senado no ano que vem já escolheu sem candidato a
governador, com quem fará dobradinha nas eleições de 2026. Trata-se do seu
vice-governador Sérgio Gonçalves (União Brasil) que assume o cargo em meados de
2026 em substituição ao atual mandatário e que então irá para a reeleição. Os
indícios? Rocha está largando Sérgio nas frentes de trabalhos estaduais, nas
visitações aos municípios, e o vice está cada vez mais assíduo, frequentando as
emissoras de rádio e televisão para vender o seu peixe.
As composições
O
desafio de Rocha, que tem se revelado um estrategista, é não desunir o partido,
já que no União Brasil, existe também a pretensão do deputado federal Fernando
Máximo de disputar o governo estadual. Mas se Sergio Gonçalves dá pistas de ser
o escolhido do governador Marcos Rocha para sua sucessão e ele quer evitar a concorrência
ao Senado de Fernando Máximo, muito forte na capital, alguém deverá ser o
sacrificado. Neste momento, se quiser disputar o CPA Rio Madeira ou uma cadeira
ao Senado é mais seguro Fernando Máximo cair fora do União Brasil e buscar
outro guarda-chuva para as eleições 2026.
Primeiras impressões
Os
indícios atuais, pelo comportamento desenvolvido pelos interessados nas eleições
2026, é que teremos Sergio Gonçalves (União Brasil), Confúcio Moura (MDB), Hildon
Chaves (PSDB) e Marcos Rogério (PL) disputando o governo estadual. Na peleja ao
Senado, o governador Marcos Rocha (União Brasil), Fernando Máximo (possivelmente
pelo Podemos), Silvia Cristina (PP) e possivelmente Lucio Mosquini (talvez no
Republicanos?), além do pecuarista Bruno Scheidt, o único com aval do ex-presidente
Jair Bolsonaro. Se vê o bolsonarismo rachado até o talo e pedindo para levar
pau nas eleições de 2026.
Pata de coelho
Nos
meios políticos tem se comentado que o ex-senador Acir Gurgacz (PDT) tem
funcionado como uma verdadeira pata de coelho, aquela da sorte, para eleger
deputados federais, casos de Marcos Rogério, que atualmente é senador e Silvia
Cristina, atual deputada federal. Pergunta-se qual será o próximo ungido, na
campanha do ano que vem, para receber as bênçãos do cardeal pedetista? Em Porto
Velho já se sabe, que temos como ungido, o dirigente Célio Lopes, que teve uma
grande votação na peleja pela prefeitura da capital. Mas existem outros nomes
do interior na peleja buscando o mesmo apoio.
Via Direta
*** Não bastasse os carapanãs abundantes
nesta época do ano, alguns bairros padecem com infestação de caramujos
africanos subindo nos muros e nas paredes das residências em Porto Velho *** As pragas se
espalham pela capital rondoniense. As autoridades sanitárias municipais e
estaduais devem se pronunciar a respeito e agir *** Se precisasse alguma prova de que o prefeito a capital Leo Moraes está
realmente trabalhando é só observar o seu perfil. Na campanha e nestes primeiros
meses de mandato já perdeu uns 20 quilos. Este não precisa nem ir para a
academia *** Os lojistas estão chiando. Cadê o dinheiro? O dinheiro sumiu
do mapa. Os negócios estão meia boca. Até os supermercados andam chiando do
movimento...
Uma diferença no comportamento político do prefeito Léo Moraes e do governador Marcos Rocha
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