Domingo, 21 de abril de 2013 - 08h11
O Sindicato dos Farmacêuticos de Rondônia (SINFAR) contesta com veemência a afirmação do SINFARMACIA - Sindicato das Empresas de Farmácias e Drogarias do Estado de Rondônia de que os estabelecimentos não vão funcionar aos domingos e feriados por não terem como cumprirem a exigência da Lei 5991/73 que exige a permanência de farmacêuticos durante todo o funcionamento; pois não haveria “profissionais suficientes para contratação”. Segundo informações, as farmácias decidiram em assembléia realizada no último dia 16 na Capital pelo não funcionamento.
O SINFAR informa que não faltam farmacêuticos em Rondônia, mas disposição dos proprietários de farmácias de pagar salários condizentes com a jornada de trabalho. Foi o que disse o presidente do Sindicato, Antônio de Paula Freitas, em resposta à informação SINFARMACIA. “É bom que fique claro, o farmacêutico contratado para trabalhar oito horas diárias, com intervalo de duas para descanso, pode trabalhar até duas horas extras, por dia, com o mesmo empregador.
Também é opcional para o empregado trabalhar aos sábados, domingos e feriados, se houver acordo entre o empregador e o sindicato. “Existem profissionais suficientes no Estado para atender à demanda, mas falta valorização por parte dos empresários”, afirma o sindicalista. O Sindicato denúncia que os proprietários não querem pagar o piso salarial orientado pelo Conselho Regional de Farmácia.
O SINFAR estará encaminhando documento às autoridades, em especial ao Ministério Público, alertando que o fechamento das farmácias aos domingos e feriados, no entendimento da entidade, é uma estratégia para se tentar conseguir mantê-las abertas com atendimento feito apenas por balconistas, sem formação específica para orientar a população sobre o uso correto do medicamento, para a eficácia do tratamento; situação que colocaria em risco a saúde da população com o uso indiscriminado de medicamentos, pois só o farmacêutico pode garantir o atendimento correto.
O SINFAR parabeniza a fiscalização do Conselho Regional de Farmácia (CRF), exigida também pelo Ministério Público do Estado de Rondônia, que fortalece e valoriza o profissional farmacêutico-bioquímico e é uma garantia à saúde pública e o bem-estar da população, garantindo à sociedade serviços farmacêuticos com a venda e orientação sobre os medicamentos. "Não se trata de ação contra as empresas, mas de garantir à população de Rondônia o auxílio do profissional farmacêutico durante o funcionamento das farmácias", concluiu Antônio de Paula Freitas.
Fonte: CUT
Quarta-feira, 24 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
O deputado estadual Alex Redano (Republicanos), presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, realizará no próximo dia 26 de junho, às 9 horas,

Prefeito Léo Moraes declara apoio a Marcos Rogério para o Governo de Rondônia
A pré-candidatura do senador Marcos Rogério (PL) ao Governo de Rondônia ganhou um importante reforço político na noite desta segunda-feira (22), dur

Hildon e Cirone propõem industrialização para agregar valor a produtos do agro
O ex-prefeito de Porto Velho por dois mandatos e pré-candidato ao Governo do Estado, Hildon Chaves (Federação União Progressista), e o pré-candidato

Na manhã desta segunda-feira (22), a Assembleia Legislativa de Rondônia realizou uma Sessão Solene proposta pelo deputado estadual Ismael Crispin (P
Quarta-feira, 24 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)