Segunda-feira, 3 de março de 2014 - 12h15

Ricardo Nascimento conta que mora no Nacional há pelo menos 16 anos e nunca viu uma cheia como a de 2014, mas lamenta que como se não bastassem as águas, tem uma grande imundice ao redor. “Eu não sabia que isso estava tão sujo, mas a culpa é da própria população”, afirmou apontando para os destroços de geladeiras, sofás e outros objetos, mas segundo ele o que espanta mesmo é a quantidade de garrafas pet. “Olha isso, é muita sujeira para um lugar só”.

Dono de um pequeno barco com motor, ele aproveita para fazer a travessia principalmente de moradores. “Dar a volta lá pelo outro lado demora muito”. A taxa cobrada no Milagres é menor que na região da Balsa, custa só R$ 2,00. “O movimento não é dos maiores e tem vários companheiros fazendo o mesmo serviço”.

As últimas casas da Farquar já foram desocupadas pelos moradores. Além da água que invade tudo há um grande número de caramujos africanos – daqueles que invadiram Porto Velho há alguns anos -, a preocupação de Ricardo é com as doenças que poderão atacar os moradores, provenientes da sujeira e dos caramujos.
Texto: Alice Thomaz
Fotos: Marcos Freire
Decom – Governo de Rondônia
Terça-feira, 23 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Ismael Crispin leva mais mobilidade e qualidade de vida para idosos de Seringueiras
Os idosos de Seringueiras passaram a contar com mais conforto, segurança e acessibilidade para participar das atividades do grupo “Acordar para Vive

A Associação dos Produtores Rurais Estrela Azul (ASPROEZA), localizada em Machadinho do Oeste, recebeu novos implementos agrícolas adquiridos por me

A deputada federal Cristiane Lopes (Podemos) reforçou junto ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional o pedido de reconhecimento fed

Alero discute atualização do zoneamento socioeconômico-ecológico
A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) realizou, na quinta-feira (18), audiência pública para debater a atualização do Zoneamento Socioeconômi
Terça-feira, 23 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)