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Maurão de Carvalho indica criação de vagas para major PM capelão e capelões auxiliares


  O deputado Maurão de Carvalho (MDB) indicou ao Executivo da necessidade de ser encaminhado para a Assembleia Legislativa, o Projeto de Reestruturação da Polícia Militar do Estado de Rondônia com a criação efetiva de 4 vagas para major PM capelão e 20 vagas para capelões auxiliares.

Em sua justificativa, o parlamentar apontou que o capelão militar ao ingressar a caserna, terá como atribuições, as mesmas de um ministro religioso, ou seja, oficiar as cerimônias religiosas, batizar, aconselhar, desenvolver o trabalho pastoral, receber os recém-convertidos, oficiar os funerais e fazer visitas aos pacientes internados nos hospitais e aos reclusos internados em estabelecimentos prisionais.

“Para uma prática eficaz das atividades de capelania dentro das corporações policias militares é necessário que haja pessoas capacitadas, ou seja, os capelães. O altruísmo é a base das ações de um capelão e para o bom desenvolvimento das atividades de capelania é imprescindível, que haja uma interação eficiente com outros profissionais de áreas afins dentro da Corporação da PM como a psicologia, a medicina, a ação social e também como os gestores da organização onde servem”, explica Maurão.

Ainda segundo Maurão de Carvalho, o capelão na maioria dos casos, conseguirá convencer o policial militar a buscar ajuda especializada para a solução dos seus problemas. A prática da capelania cristã envolve o ato de aconselhar.

“A prática da capelania cristã é muito abrangente e também pode ser exercida cumprindo a filosofia do policiamento comunitário. É sabido que ainda há um grande distanciamento entre polícia e comunidade, e uma das maneiras de se promover essa aproximação é trazer a comunidade para dentro dos quartéis, com a realização de cultos religiosos. Existem também os problemas de ordem familiar que os policiais militares enfrentam no dia a dia.

Por fim, o parlamentar explicou que a assistência religiosa e espiritual é assegurada por lei nas entidades civis e militares, por isso os governos dos Estados devem ser sensíveis às necessidades de suas polícias procurando investir nas atividades de capelania e promovendo concursos para capelães.

“Essas ações serão sentidas beneficamente pela sociedade e familiares dos policiais, como demonstrado pela gama de estudos e pesquisas realizadas em torno deste assunto”, finaliza Maurão.



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