Raimundo Nonato, secretário da Saúde do Trabalhador da CUT, fala sobre greve na área da Saúde e reforça sua candidatura à presidência da Central

O 1º de maio, data em que se comemora o dia do trabalhador, não será de tantos festejos assim, principalmente no que se refere aos servidores públicos na área da Saúde, em greve desde a última quinta-feira, 26, quando o Sinderon (Sindicato dos Enfermeiros no Estado de Rondônia) deu o pontapé inicial e deflagrou a paralisação. Pelo menos é o que acredita Raimundo Nonato, atualmente secretário da Saúde do Trabalhador na CUT e candidato à presidência da Central.
“ – É triste demais ter que ouvir os relatos dos servidores que fazem Saúde em Rondônia, em frente ao João Paulo II. A população deveria estar de ciente de como é difícil atuar sem que haja condições mínimas de trabalho. Os procedimentos realizados hoje para salvar uma vida são, muitas vezes, colocados na conta do próprio trabalhador que tem que fazer de tudo para evitar óbitos desnecessários”, disse.
Nonato está ainda confiante de que, na próxima rodada de negociações que acontece na próxima quarta-feira (02) entre o governo, os representantes dos sindicatos da área da Saúde, e ele próprio, as partes cheguem a um denominador comum e consigam dar fim a mais este episódio ruim num setor que lida com tantas vidas.
“ – O servidor não quer só aumento salarial. Ele precisa ser valorizado de fato. Ele precisa que o governo enxergue a sua necessidade, como ele é vital para o funcionamento pleno da Saúde em Rondônia. Os trabalhadores necessitam de condições de trabalho, acima de qualquer coisa”, frisou.
CUT ATUANTE
Ao colocar seu nome à disposição para apreciação e, hoje, confirmar sua candidatura à presidência da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Raimundo Nonato reafirma o compromisso de fazer uma Central mais atuante, voltada sempre aos anseios dos trabalhadores:
“ – Já recebemos várias sinalizações de apoio. Falta, agora, sentarmos junto aos trabalhadores e representantes rurais para que consolidem o apoio à nossa candidatura. Já disse e repito: quero atuação! Quero uma CUT toda voltada à atuação pró-trabalhador para que, num futuro bem próximo, voltemos a ter o que comemorar no dia 1º de maio”, finalizou.
Fonte: Rondoniadinamcia

Sábado, 27 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)