Quinta-feira, 12 de março de 2015 - 15h11
O deputado Adelino Follador (DEM) indicou ao Poder Executivo a necessidade da execução do serviço de tapa buraco nas rodovias que ligam a BR-364 às sedes dos municípios de Caculândia, Monte Negro, Rio Crespo, Alto Paraíso, Campo Novo e Jorge Teixeira. Segundo o parlamentar, essas rodovias estão “em péssimas condições de tráfego”.
Ao pedir providências do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) para deflagração da operação tapa buraco, o deputado alegou que a precariedade da malha rodoviária de acesso a esses municípios tem provocado sérios transtornos na vida das comunidades, além de causar acidentes e prejuízos.
"Há trechos em que o trânsito é feito em ziguezague, resultando em manobras perigosas para os motoristas", disse Follador, lamentando que a buraqueira prejudique também a economia com perdas e atrasos.
Adelino Follador indicou ainda ao Executivo Estadual que o DER também desenvolva um programa de apoio para socorrer o Município de Monte Negro, que precisa recuperar pelo menos 1.500 quilômetros de estradas vicinais, além de pontes e bueiros, para manter as condições mínimas de tráfego em suas rodovias.
"São rodovias coletoras que atendem a comunidade no transporte escolar e a toda área produtiva da região", afirmou.
BR-421
Pela quarta vez o deputado voltou a cobrar a execução da duplicação da ponte sobre o rio Jamari, reiterando várias indicações feitas ao governador, lembrando que a velha estrutura de mão única encontra-se em estado precário de funcionamento, gerando riscos, principalmente para as crianças que a utilizam para ir à escola, tendo em vista o desmoronamento de parte da estrutura, como o guarda mão, que protegia os transeuntes.
Ao justificar sua indicação Adelino Follador lembrou que a ponte sobre o rio Jamari, na BR-421, foi construída pelo então governador Jorge Teixeira, em mão única, para atender pequenos povoados e vilas que surgiam ali, mas hoje a intensidade do fluxo de veículos exige sua urgente duplicação.
O parlamentar fez lembrar ao governador que os problemas gerados pela precariedade da estrutura da velha ponte vão além da situação das crianças em idade escolar que sofrem riscos, mas principalmente do conjunto das comunidades envolvidas, como Ariquemes, Campo Novo, Monte Negro, Buritis e parte das comunidades de Alto Paraíso e Bom Futuro, que há anos sofrem com transtornos e riscos na travessia do rio por esta ponte, muito antiga, e construída em via única.
Fonte: Ascom
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