Quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 - 20h17
R$ 350 mil. Esse é o montante que a Prefeitura de Porto Velho repassará a cinco instituições filantrópicas este final de ano. O recurso foi doado pela Câmara Municipal e foi assegurado pela política de austeridade implantada pela presidência da Casa que possibilitou a economia. Para que a prefeitura possa fazer o repasse às entidades, o valor será devolvido aos cofres municipais. As organizações beneficiadas são: a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Associação de
Pais e Amigos do Autista de Rondônia (Ama), Casa Família Roseta, Congregação das Irmãs de Santa Marcelina e Associação dos Pais e Amigos dos Toxocômanos de Rondônia (Apatox.).
A doação foi confirmada pelo presidente da Câmara, vereador Eduardo Rodrigues (PV), na Sessão Especial realizado na manhã desta quinta-feira, ocasião que as cinco instituições filantrópicas foram homenageadas com a entrega de uma Moção de Aplausos a cada uma das entidades que trabalham com pessoas com necessidades especiais e com recuperação de dependentes químicos.
O prefeito Roberto Sobrinho foi representado no evento pela primeira-dama do município, Lucilene Peixoto, que compareceu acompanhada dos secretários José Gadelha, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema); Cláudio Carvalho, Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (Semtran); Sérgio Pacífico, da Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão (Sempla); Ana Cristina Cordeiro, da Secretaria Municipal da Fazenda (Semfin), Kleber Lavor, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semes), José Wildes, da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric); o presidente da Fundação Iaripuna, Itamar dos Santos Lopes, o “Tatá”; e procurador Geral do Município, Mário Jonas Guterres; e o presidente do Instituto de Previdência e Assistência do Município (Ipam), João Herbety.
A primeira-dama Lucilene Peixoto, em nome do município elogiou a decisão do presidente da Casa, pela atitude tomada lembrando que é de ações concretas como essa que essas entidades precisam para desenvolver suas atividades. E lembrou que, em busca de uma nomenclatura politicamente correta, já se modificou várias vezes as denominações para identificar pessoas com algum tipo de limitação. “Primeiro era pessoa com deficiência, depois pessoa portadora de deficiência. Mais recentemente adotou-se a nomenclatura portadora de necessidades especiais. Mas para mim, o politicamente correto é fazer o que a Câmara de Porto Velho está fazendo, uma ação concreta que beneficia diretamente essas instituições”, afirmou.
Lucilene Peixoto afirmou ainda que não é porque essas pessoas sejam portadoras de alguma deficiência que elas têm que ser tratadas de forma excludente. Para ela, a inclusão social é o melhor caminho. “A prefeitura de Porto Velho, na gestão do Roberto Sobrinho, tem suas políticas públicas voltadas à valorização desse segmento da sociedade, por entender que as pessoas portadoras de necessidades especiais e os dependentes químicos necessitam, mais do que qualquer outro, de apoio institucional. E a sociedade também tem um papel fundamental nessa questão, acabando com o preconceito, com a discriminação”, frisou.
O presidente Eduardo Rodrigues, ao justificar a medida, lembrou que visita que ele e um grupo de vereadores fizeram a essas instituições e ficaram sensibilizados pelo trabalho desenvolvidos por elas nas áreas de recuperação de dependentes químicos e também na inclusão dos portadores de necessidades especiais. “E sabendo da seriedade na administração de todas elas apresentamos essa proposta aos demais vereadores que foi acatada por todos”, disse.
Fonte: Joel Elias
Fotos: Frank Néry
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