Quinta-feira, 31 de julho de 2014 - 09h47
Os presos quebraram a caixa de energia e com os cabos fizeram faíscas para colocar fogo em colchões e lençóis. Com isso, mobilizou Polícia Militar, Policia Civil, Grupo de Operações Especiais (GOE), Corpo de Bombeiros e todos agentes penitenciários que estavam de folga.
Segundo relatou o Coronel Gonçalves comandante do 3º BPM, os apenados não tinham um líder, todos falavam ao mesmo tempo, mas pediram a presença de: juiz, promotor, delegado, imprensa e ainda algumas mulheres de presos.
Os apenados escolheram cinco presos para representá-los nas negociações. Para pôr fim ao motim, solicitaram, melhorias nas refeições, maior tempo no banho de sol, mais tempo nas visitas intimas, revogação da proibição de cigarros e o afastamento do diretor do presídio. Porém tudo está calmo e tranquilo apenas detalhes para o fim da rebelião, disse um agente penitenciário, no qual pediu para não ser identificado.
Apenas um detendo ficou ferido, ele sofreu um corte no supercílio e deslocou a clavícula. O presidio possui capacidade para 256, mas no momento cumpre pena 216 apenados.
Fonte: Com Extra de Rondônia
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