Quarta-feira, 15 de junho de 2016 - 16h04
Manhã inteira de ontem, uma conversa franca sobre segurança pública. Lá no Comando Geral da PM. Primeiro a formalidade que é trivial nos quartéis, a corneta, a banda, os cadetes elegantemente vestidos. O belo hino de Rondônia cantado com vibração de juventude. Todo mundo falou e disse o que pensa da violência no Estado e que poderemos fazer para dar ao povo uma nova imagem de segurança.
Para sair da crise temos que agir agora. Porque a crise irá passar. E depois que passar, vamos deixar o nosso Estado, com a cara de terra arrasada? De jeito nenhum. O maior recurso é o humano e isto o Estado tem. O restante é trabalhar com com criatividade, inovação, inteligência e tecnologia da informação. É agir. É fazer. É ser prático. É usar adequadamente os dados, a estatística. Porque não se tem dinheiro muito. Mas, se tem o dinheiro necessário para o momento.
Chegou o momento de colocar o pessoal para conversar e de cada mesa tirar a boa ideia para ação. É a guerra de guerrilha. Fazer o pouco parecer muito. E usar todo este universo de tecnologia disponível que pode e muito complementar o efetivo que nunca chega ao ideal. E no mais é o compartilhamento inteligente, a parceria com todo mundo, todo mundo pode ser parceiro, todo mundo pode discutir e ter proposta.
Temos que descer para a planície para conversar com o povo. Teremos que buscar as ações paramilitares que são indispensáveis.
Segurar a fronteira, não ficar esperando o Governo Federal com seus megaprojetos que nunca chegam. Nós e mais nós e termina sendo nós mesmos que deveremos cuidar das fronteiras. É de lá que vem a droga e arma. Enfim, vamos de agora em diante, reunir uma vez por mês, para falar e agir para conter a violência no Estado. Mês que vem tem mais.
O Consórcio Brasil Central propôs a integração inteligente dos seis Estados, assinei o documento. Não me deixe a minha assinatura naufragar nas águas turvas do Rio Madeira.
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