Quinta-feira, 19 de novembro de 2020 - 08h58

Recebi de um amigo um vídeo em que o candidato à prefeitura de Porto Velho, Vinicius Miguel - em quem votei no primeiro turno da eleição de domingo (15), e também o fiz no pleito para o governo de Rondônia, diga-se de passagem -, aparece declarando apoio ao candidato à reeleição Hildon Chaves. À primeira vista julguei que se tratasse de uma notícia falsa, pegadinha ou coisa do gênero. Resolvi, então, pesquisar nos canais mais confiáveis e, para minha surpresa e de muitos que o sufragaram, lá estava a matéria estampada em destaque no jornal eletrônico Tudo Rondônia. Depois, acessei o site Rondoniaovivo. Só ai a ficha caiu.
No vídeo, Vinicius justifica os motivos que o levaram a decidir pelo apoio ao candidato tucano, destacando, entre eles, o que chamou de “boas práticas administrativas”. Não sei qual o conceito de Vinicius sobre “boas práticas administrativas”. Seria um esqueleto de concreto, caindo aos pedaços, abandonado pelo poder público municipal, há vários anos, onde deveria funcionar uma unidade de saúde, que o próprio Vinícius mostrou em um dos programas de propaganda eleitoral da coligação que ele tão bem representou?
Não quero com isso, contudo, dizer que Vinicius deveria ter optado pela outra candidata. Acho que a neutralidade teria sido o caminho mais sensato, pois não consigo enxergar entre ele e os competidores que foram para o segundo turno substancial compatibilidade ideológica ou doutrinária. Nesse quesito, acho que eles estão mais para divergir do que para convergir.
Mas, no Brasil, politica se faz com boas doses de pragmatismo, oportunismo e surpresa, não importando a coincidência de pontos de vista, desde que o esquecimento de propósitos concorra para amealhar votos, apesar de saber que essa não parece ser conduta sua.
Quinta-feira, 4 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
A cantilena demagógica da transposição
Não sei você, mas eu não suporto mais ouvir essa conversa mole de transposição de servidores do ex-Território de Rondônia para os quadros da União.

A UE à margem da “paz” que financiou!
Bruxelas reclama lugar nas negociações, mas Moscovo recusa-a como mediadora e Washington já não a consultaA nação que teme os seus inimigos busca am

Fariseus, saduceus e os políticos camaleônicos
Provavelmente, você já deve ter lido ou ouvido a expressão “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”. O provérbio sugere a possibilidade de pessoas dia

O desarmamento da inteligência artificial
Um Chamamento de orientação para a HumanidadeDesarmar a inteligência artificial é mais urgente do que desarmar um míssil: o míssil mata o corpo; o alg
Quinta-feira, 4 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)