Terça-feira, 5 de março de 2024 - 13h46

O cel.
Marcos Rocha caminha para fechar seu sexto ano no comando do estado de Rondônia
e o setor da segurança pública continua sendo um dos setores mais vulneráveis
às mais acerbas críticas. E não é apenas a segurança da população que vai de
mal a pior. A saúde está na UTI não é de agora. E o pior é que a maioria da
população se comporta como se vivêssemos no melhor dos mundos, numa espécie de
“cidade paraíso”, uma vez que pouco ou quase nada se fala sobre o assunto,
principalmente, nos meios de comunicação.
Onde
estão os representantes dos rondonienses na Assembleia Legislativa e no
Congresso Nacional, que não protestam contra a situação de completo abandono a
que foi relegada a população de Porto Velho relativamente à segurança pública?
Não foram as senhoras e os senhores que, durante a campanha eleitoral,
prometeram melhorar a qualidade da segurança pública, da saúde e da educação?
Por que, então, nada fizeram de concreto até agora para, pelo menos, minimizar
o sofrimento do povo?
A
impressão primeira é que ninguém quer se indispor com o chefe do executivo,
enquanto a sociedade sofre com a onda de violência que domina a capital do
estado. O governador Marcos Rocha foi eleito para garantir a segurança da
população, entre outros direitos constitucionais. Devemos aplaudir quando seu
governo acertar e criticar quando ele fraquejar, mas parece que tem gente que só
saber bater palmas. Por quê? Alguém arriscaria um palpite? O que estaria por
trás do silêncio sepulcral daquele que fingem viver na “cidade paraíso?
Quinta-feira, 4 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
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