Sexta-feira, 2 de dezembro de 2022 - 08h22

Belém da Judéia vivia sob o brutal jugo de Roma.
Eram tempos difíceis. Tempos marcados pela injustiça, fome, pelo terror e
desespero. A cidade que vivia sujeita às ordens ensandecidas de Herodes foi
também palco do acontecimento mais importante da história da humanidade. Foi em
Belém, há mais de dois mil anos, que nasceu Jesus, o Filho de Deus, destinado a
tornar-se o maior dos homens e a unir definitivamente a sua vida ao destino do
Mundo. Sua trajetória foi marcada pelo amor. O que Ele viveu e o que ensinou
foi levado às últimas consequências. A sua mensagem foi e continua sendo
assimilada e muitas pessoas encontraram a salvação, porém muitos ainda não
foram capazes de aprender e de converterem-se. É hora de deixarmos de lado a
nossa inesgotável capacidade de praticar o mal e voltarmos nossos olhos para o
alto. Deus é um pai amoroso e fiel. Um pai que nos ama e que cuida de nós. A
ignorância, que nas camadas populares é imposta, existe em setores da elite por
opção, especialmente porque, dizendo-se cristã, causaria algum mal-estar
reconhecer a iniquidade e a ela não responder com atitudes concretas, como
renunciar as formas desonestas de acumulação de bens. Entra ano, sai ano. Entra
governo, sai governo, e o discurso é sempre o mesmo, enquanto a tragédia
nacional é empurrada com a barriga, quanto muito são ministradas doses
homeopáticas para mitigar o sofrimento do paciente chamado sociedade, causado
pelo cancro que lhe corrói as estranhas. Não é preciso ser especialista em nada
para saber o custo dessa maneira desastrosa de prescrever remédios para os
males sociais. Só não vê quem não quer ou tem bons motivos para ignorar a
realidade nacional e mundial. Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha
voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo, Apocalipse 3:20. Não resista à presença de Deus. Abra seu
coração para Jesus e encontre a paz que você tanto procura. Os acontecimentos,
recentes ou não, revelam que o Mundo precisa mais e mais da presença de Jesus,
não somente na noite de Natal, mas todos os dias.
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