Quinta-feira, 16 de março de 2023 - 14h50

Entender
as coisas da política é exercício que depende de certa iniciação. Entender as
coisas da política brasileira, nem falar. Mesmo que sejam rotineiros os
exemplos da complexidade quase absurda das relações políticas, aqui e alhures,
sempre há a possibilidade de experientes observadores se surpreenderem.
Muitos se revelam surpresos com determinados
episódios, por vários motivos, entre eles, provavelmente, porque mantém
estreita ligação com o agente do ato absurdo, ou, então, porque a confissão disso
lhes traz alguma coisa proveitosa. Há,
contudo, os que se surpreendem, de fato, talvez levados por certa dose de
ingenuidade de que o ser humano dificilmente consegue desvencilhar-se de todo.
A
traição faz parte da história da humanidade, infelizmente, porém, é na seara
política, que a prática afigura com mais desembaraço. Aliás, traição e
fisiologismo mais parecem irmãos siameses no jogo político brasileiro. Durante
a campanha eleição, o indivíduo era como unha e carne do colega candidato à
presidência da República. Elegeu e se reelegeu na sombra do partidário,
repetindo, inclusive, o mesmo mantra do amigo. Agora, porém, ameaça cravar-lhe
um punhal nas costas? É isso mesmo? Com um aliado desse ninguém precisa de
inimigo. Essa é a tônica da política brasileira. Novos políticos, velhas
práticas.
Quinta-feira, 4 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
A cantilena demagógica da transposição
Não sei você, mas eu não suporto mais ouvir essa conversa mole de transposição de servidores do ex-Território de Rondônia para os quadros da União.

A UE à margem da “paz” que financiou!
Bruxelas reclama lugar nas negociações, mas Moscovo recusa-a como mediadora e Washington já não a consultaA nação que teme os seus inimigos busca am

Fariseus, saduceus e os políticos camaleônicos
Provavelmente, você já deve ter lido ou ouvido a expressão “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”. O provérbio sugere a possibilidade de pessoas dia

O desarmamento da inteligência artificial
Um Chamamento de orientação para a HumanidadeDesarmar a inteligência artificial é mais urgente do que desarmar um míssil: o míssil mata o corpo; o alg
Quinta-feira, 4 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)