Terça-feira, 22 de fevereiro de 2022 - 14h03

Daqui a oito meses o povo terá
depositado em suas mãos o poder de escolher os novos dirigentes do Brasil. Vem
aí as eleições quase gerais. Vamos eleger presidente da República, senador,
governador, deputados federal e estadual. Será o momento em que a cidadania
deverá se manifestar como e com quem deseja realizar a sua destinação
histórica. É hora de escrever uma outra página na história.
Em Rondônia, à medida que se
aproximam as convenções partidárias, o tabuleiro dos pré-candidatos à sucessão
do governador Marcos Rocha começa a se desenhar de maneira cristalina. Muitos
são os interessados em ocupar a principal cadeira do palácio Getúlio Vargas.
Alguns, marinheiros de primeira viagem, como o senador Marcos Rogério, o
deputado federal Léo Moraes, o ex-deputado estadual Maurão de Carvalho, o
ex-deputado federal Anselmo de Jesus e o professor Vinícius Miguel. Outros,
porém, mais experimentados, como o ex-governador e senador Confúcio Moura, e o
ex-governador e ex-senador Ivo Cassol, querem repetir o feito.
Ainda não decidi em quem votar
para presidente da República, nem para governador, nem para deputado federal,
enfim, nem para ninguém. Certo, mesmo, é que não pretendo desperdiçar meu voto
com politico ladrão. Não sou trouxa para repetir os anos de roubalheira. Os
tempos são outros. Também não sou títere que se nutre de um nefasto culto à
personalidade, a símbolos, a bandeiras e cores. O Brasil e, de modo especial,
Rondônia, precisa de paz, prosperidade e justiça social, salientando, contudo,
que a decisão final caberá sempre ao eleitor. Quem quiser jogar seu voto na lata do lixo sinta-se
à vontade para fazê-lo. Afinal, o direito de escolha é livre. Depois não
adianta chorar o leite derramado.
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