Quarta-feira, 4 de outubro de 2023 - 10h19

Conhecendo os porões da política nacional, não é preciso muita
engenhosidade para saber o que vai sair no relatório da CPMI dos atos de 8 de
janeiro. Na ânsia de aparecer na mídia, tem gente falando demais. E, o que é
pior, falando bobagens. Seria bom que alguns integrantes da Comissão falassem
menos. Não fossem boquirrotos, como se revelam muitos deles. Aliás, sobre
qualquer depoimento, a maioria deita falação, exibe autoridade e competência,
porém, quando se examine o que disseram, não se aproveita nada.
O troféu de a mais faladora deveria ser dado à relatora da CPMI,
senadora Eliziane Gama. Pense numa mulher que fala pelos cotovelos. O problema
é que, de cada dez palavras pronunciadas pela representante do Maranhão,
aproveita-se uma e, as outras nove, vão direto para a lata do lixo.
Correligionária do ministro da Justiça, Flávio Dino, dona Eliziane não esconde
de ninguém seu desejo de colocar o ex-presidente Jair Bolsonaro no paredão. E
não apenas Bolsonaro, mas também seus auxiliares mais diretos.
No fundo, existe um jogo político brutal por trás dessa CPMI.
Quase todo mundo quer ferrar Bolsonaro. O pessoal do PT tentou de todas as
maneiras fazer o relatório, mas o tiro saiu pela culatra. Imagine o que não
teria saído desse documento. No máximo, um texto sem pé nem cabeça, cheio de
invencionices, uma tremenda barafunda. Mas, por outro lado, não devemos esperar
grandes coisas dessa Comissão, que, a meu ver, anda mais perdida que cego em
tiroteio. Por isso, não se espante se a CPMI dos atos de 8 de janeiro acabar em
mais uma tremenda pizza gigante.
Sábado, 13 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
O uso indevido de recursos públicos para a propaganda pessoal de governantes é um crime que precisa ser punido com rigor. Aqui e acolá pipocam denún

Diferença no trato ao cliente entre LIDL e ALDI em Portugal e na Alemanha Enquanto as grandes cadeias de supermercados europeias apostam na padroni

Agora a pressão é sobre o senado pelo fim da escala 6x1
Apoiado por mais de 70% dos brasileiros, segundo pesquisas realizadas por vários institutos de opinião, o fim da escala 6x1 (seis dias de trabalho,

Daniel Vorcaro, a delação que pode explodir Brasília
Preso desde novembro de 2025 na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro passou as últimas semanas construindo
Sábado, 13 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)