Terça-feira, 21 de fevereiro de 2023 - 10h48

Deus nos criou para
vivermos em comunidade. O problema é saber se estamos preparados para
construirmos e mantermos relacionamentos saudáveis, com o cônjuge, os filhos,
os colegas de trabalho, ou, ainda, no trânsito violento e desumano das grandes
e médias cidades. Mas isso só é possível quando aprendemos a exercitar o
sentimento de renúncia.
Numa época em que a
ganância, a vaidade e a busca pelo sucesso profissional a qualquer preço são a
bússola que direciona as mentes e os corações de muitas pessoas, é cada vez
reduzido o número daqueles que estão realmente dispostos a abrir mão de suas
conquistas em proveito do outro.
Mesmo sendo Deus
Todo-Poderoso, Jesus veio ao mundo para nos redimir do pecado e da morte
eterna. Ele poderia ter vindo como um homem adulto, pronto para começar seu
Ministério terreno, porém escolheu viver em família para realçar a santificação
dessa importante instituição que o inimigo tenta de todas as maneiras destruir
com ideias e conceitos completamente dissociados dos ensinamentos do Pai
Celestial. Deus não quer que vivamos isolados da convivência familiar ou
distantes da vida comunitária. Não é bom que o homem fique só; far-lhe-ei uma
adjutora, que o auxilie e lhe corresponda, declara o Senhor Deus no Livro de
Génesis 2:18.
O Livro de Eclesiastes destaca a
importância do companheirismo quando ensina que melhor é serem dois do que um, porque têm
melhor paga do seu trabalho; porque se um cair, o outro levanta o seu
companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o
levante, do mesmo modo, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um
só, como se aquentará? E, se alguém
prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se
quebra tão depressa. Que o senhor nos ensine a sermos humildes, gentis e
pacientes, suportando uns aos outros em amor. Não façamos nada por ambição
egoísta ou por vaidade, mas “humildemente considerem os outros superiores a si mesmos, e que cada
um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros”,
orienta Filipenses 2:3;4.
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