Terça-feira, 4 de março de 2025 - 15h13

Que o povo tem a sua força numa
democracia é algo que há muito tempo está enraizado no imaginário social. Isso
é pura verdade, porém, em termos práticos, muitos são os obstáculos que impedem
a participação popular no jogo do poder político. Exemplo disso pode ser
observado nas recentes campanhas eleitorais à presidência da República.
De tempos a este, criou-se a falsa ideia
de que o bem-estar de uma sociedade depende, exclusivamente, do aparecimento de
algum tipo de super-herói, alguém com virtudes suficientes para conduzir o povo
a um destino melhor, quando muita gente sabe que tudo isso não passa de pura
balela, uma tremenda enrolação para engrupir a consciência de meia dúzia de desavisados.
Qualquer pessoa que não tenha no
lugar dos miolos aquilo que as moscas adoram sabe que a melhoria da qualidade
de vida de uma nação está intimamente vinculada à maneira como ela se comporta
diante de seus representantes nos três níveis de poder: federal, estadual e municipal.
Isso é fato. O resto é conversa mole de político espertalhão, ou, então, de
gado ou bajulador contumaz acostumado às delícias do poder.
Aproveito que estamos vivendo uma temporada de pré-campanha eleitoral para lembrar ao eleitor uma tese abraçada e difundida por muitos políticos, principalmente nessa época, de que os fins justificam os meios, e ponto final, não importando as armas usadas na contenda. Por conta disso, pipocam as alianças esdrúxulas e os discursos inócuos, completamente divorciados da realidade social, cabendo ao eleitor a responsabilidade de estabelecer, nas urnas, uma postura aguda, quando for chamado a participar de mais um dever cívico.
Quarta-feira, 3 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
A cantilena demagógica da transposição
Não sei você, mas eu não suporto mais ouvir essa conversa mole de transposição de servidores do ex-Território de Rondônia para os quadros da União.

A UE à margem da “paz” que financiou!
Bruxelas reclama lugar nas negociações, mas Moscovo recusa-a como mediadora e Washington já não a consultaA nação que teme os seus inimigos busca am

Fariseus, saduceus e os políticos camaleônicos
Provavelmente, você já deve ter lido ou ouvido a expressão “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”. O provérbio sugere a possibilidade de pessoas dia

O desarmamento da inteligência artificial
Um Chamamento de orientação para a HumanidadeDesarmar a inteligência artificial é mais urgente do que desarmar um míssil: o míssil mata o corpo; o alg
Quarta-feira, 3 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)