Sexta-feira, 15 de outubro de 2021 - 14h35

Enquanto a Confederação Nacional do Comércio de Bens,
Serviços e Turismo (CNC) reavaliou o crescimento da receita dos serviços em
2021 de 6,2% para 6,4%, com base nos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
de agosto, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), em Rondônia a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do
Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, acompanhando as expectativas positivas dos
empresários do comércio, informa que também no estado teremos a maior taxa
anual de crescimento do setor desde o início da pesquisa (2011) com um
crescimento de 14% do setor serviços o que, no entanto, ainda é visto como
insuficiente para compensar as perdas do ano passado.
Segundo avalia o Departamento Econômico da entidade que o
volume de receitas do setor tem crescido consistentemente ao longo do ano o que
se expressa num aumento constatado em agosto de 23,4% em comparação com agosto
do ano passado, sendo também o oitavo mês consecutivo de expansão. O aumento é
atribuído ao aumento da vacinação e a retomada de alguns grupos de atividades,
destacando-se os bares e restaurantes, os setores de hospedagem e de entretenimento
e os serviços prestados às famílias. A queda do isolamento social fez com que
alguns setores, como os de balneários e alojamentos tenha tido um desempenho
acima de 60% o que impacta muito positivamente os serviços. Para o presidente
da Fecomércio Rondônia, Raniery Araujo Coelho, “Os resultados alcançados no Dia
da Criança, neste começo de outubro, aumentou muito a expectativa de
que teremos o melhor fim de ano dos últimos anos”. Como também se
observa uma recuperação bastante forte do setor de turismo há uma
projeção de um avanço de 25% no volume de receitas do setor, em 2021. A
Federação do Comércio também antecipa a previsão de uma recuperação do setor
para o primeiro trimestre de 2022. A reação também tem sido observada no
mercado de trabalho, inclusive com um sensível aumento das contratações
temporárias de final de ano que tiveram um acréscimo de 20%. O setor econômico
entidade considera que, sem dúvida, o avanço na imunização
permitindo um maior fluxo de consumidores tem sido essencial para a recuperação
do comércio e dos serviços e que os novos indicadores e as previsões do fim da
epidemia devem ser um fator importante para impulsionar as vendas de fim de
ano.
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