Porto Velho (RO) sexta-feira, 19 de junho de 2026
opsfasdfas
×
Gente de Opinião

Cultura

Livro de contos desafia a imaginação entre realidade e subjetividade


Livro de contos desafia a imaginação entre realidade e subjetividade - Gente de Opinião

Mergulhar nas profundezas da existência e refletir a dualidade entre realidade e subjetividade. Essa é a experiência literária que a poeta e escritora Alexandra Vieira de Almeida proporciona em seu primeiro livro de contos e crônicas, “O cântico de Medusa”. 

Publicado pela editora Penalux, a obra transita entre a linguagem poética e a análise crítica na composição dos contos e crônicas, desafiando normas e explorando a fragilidade das fronteiras entre sanidade e loucura. Para a autora, o livro traz um público, a cada página, uma grande jornada dentro de um universo reflexivo e intrigante. 

Para Alexandra, o objetivo do “O cântico de Medusa” é impactar o leitor, tirando-o da zona de conforto. A obra busca, ao mesmo tempo, transmitir mensagens fortes e encantar, despertando o imaginário do leitor com uma imagem desconcertante. 

- Quero mostrar a própria imagem da Medusa, não aquela horrorosa, mas uma bela Medusa como numa escultura clássica em que os cabelos dela fossem labaredas do sol e a boca da Medusa produzisse sons harmônicos – reflete a autora. 

A orelha do livro é assinada pela escritora e cineasta Lisa Alves, coeditora do portal cultural espanhol Liberoamerica e resenhista de livros para a revista portuguesa Incomunidade. Para ela, “O cântico de Medusa” apresenta a habilidade excepcional da autora em entrelaçar a profundidade poética com uma reflexão crítica, com uma narrativa repleta de simbolismos, convidando os leitores a explorar os mistérios e complexidades do ser humano e do mundo ao seu redor. 

- Alexandra consegue desnudar um turbilhão de pensamentos e vivências que desafiam os limites entre o real e o ilusório – comenta Lisa Alves, autora do livro de poemas Arame Farpado (2015, Pernalux) e do livro transmídia "Quando tudo for possível" (2022, Mirada). 

Alexandra Vieira de Almeida - Gente de Opinião
Alexandra Vieira de Almeida

Sobre a autora

Alexandra Vieira de Almeida é professora da Secretaria de Estado de Educação — Rio de Janeiro. Foi tutora a distância durante oito anos da faculdade de Letras do Consórcio Cederj — UFF. É doutora em Literatura Comparada pela UERJ e atualmente está fazendo dois pós-docs — um na UnB e outro na PUC-Goiás. Tem oito livros de poemas publicados, sendo o mais recente A mecânica da palavra, 2022 (Editora Penalux). Tem poemas traduzidos para vários idiomas. O cântico de Medusa é seu primeiro livro em prosa. 

Ficha técnica:

Livro: O cântico de Medusa (2024)

Autora: Alexandra Vieira de Almeida

Gênero literário: Conto e crônica

Editora: Penalux

Tamanho: 21 cm x 14 cm

Páginas: 112

Preço: R$ 44,00

Link para comprar: https://www.editorapenalux.com.br/loja/o-cantico-de-medusa

Book trailer https://www.youtube.com/watch?v=Z7oiDNV6oFo

Gente de OpiniãoSexta-feira, 19 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

 Inscrições para filmes da 19ª Edição do CINEAMAZÔNIA até dia 20

Inscrições para filmes da 19ª Edição do CINEAMAZÔNIA até dia 20

Estão abertas, até no próximo sábado, dia 20 de junho de 2026, as inscrições para produções audiovisuais de categorias de curta - até 26 min e media

CCBB Brasília recebe oficina de produção gratuita com foco em exposições de artes visuais

CCBB Brasília recebe oficina de produção gratuita com foco em exposições de artes visuais

Nos dias 19 e 20 de junho, o CCBB Brasília será palco de uma oficina de produção executiva em exposições de artes visuais. Com foco no público femin

A responsabilidade de dar vida aos personagens da Jucadiro

A responsabilidade de dar vida aos personagens da Jucadiro

Quando o público vê os noivos, o rei ou a rainha entrando na arena, poucos imaginam a preparação que existe por trás de cada passo, gesto e expressão.

Matutos do Socialista vive a contagem regressiva para o Arraiá do Bera

Matutos do Socialista vive a contagem regressiva para o Arraiá do Bera

O despertador toca cedo, mas, para quem vive o universo junino, muitas vezes nem é preciso acordar. O sono quase não aparece quando chega o dia mais e

Gente de Opinião Sexta-feira, 19 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)