Segunda-feira, 12 de maio de 2014 - 21h40
Operação de guerra
O governo federal acordou finalmente e abriu ações de guerra nas fronteiras – desde sábado – para combater o narcotráfico, contrabando de armas e cigarros. Ao todo serão 30 mil homens do Exercito, Marinha e Aeronáutica, na Operação Ágata, que faz parte do Plano Nacional de Segurança e que prevê patrulhas nas fronteiras, vigilância do espaço aéreo e inspeção nos principais rios do País.
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Como se sabe, a Amazônia é a principal porta entrada de drogas e armamentos pesados para as favelas do Rio de Janeiro e São Paulo. Asfixiar todo este movimento é imperativo. No caso de Rondônia, temos um dos principais rios do pó do Pais, na fronteira com a Bolívia, e uma verdadeira estrada cocaineira, que é a rodovia 364, que corta dos estados do Acre, Rondônia e Mato Grosso.
Na verdade, ações desta natureza deveriam ser desenvolvidas durante o ano inteiro e não apenas num período. Mesmo porque no caso de Rondônia as deficiências na fiscalização das nossas divisas aumentaram com o fechamento do posto da Policia Federal em Pimenteiras, uma grande porta de passagem para o narcotráfico então se abriu, o que torna também o cone sul rondoniense, ao lado de Guajará Mirim, Porto Velho e Cacoal em redutos de facções mafiosas da Colômbia, México, Bolívia e Peru
A regularização

Um dos maiores gargalos da administração Mauro Nazif, a regularização fundiária – onde o PT deu show com 25 mil regularizações na gestão Roberto Sobrinho – poderá ser resolvida com a troca do atual secretário Cristian Camurça nos próximos dias. O desgaste é grande e as comparações com a atual gestão ressuscitaram os petistas eleitoralmente.

É favorável
O deputado federal Marcos Rogério (PDT-RO), destaque da nova geração política rondoniense, se mostrou favorável ao ingresso do seu partido no Blocão liderado pelo PMDB. Ele acredita que juntos, na mesma nominata, PMDB/PDT e PSB, poderão eleger uma bancada numerosa. O parlamentar esteve ontem na capital mantendo contatos políticos e visitou bairros da periferia onde colheu subsídios para seu trabalho no Congresso.
As convenções
Com as convenções partidárias se aproximando – o ultimo prazo para oficializar as candidaturas é 30 de junho - os partidos tentam agilizar os acordos e viabilizar suas nominatas a Assembléia Legislativa e Câmara dos Deputados. A coisa ainda esta muito incipiente, já que nem os candidatos ao governo e seus vices estão definidos. A catimba é enorme.
O comportamento
As campanhas já não são como as de antigamente, tampouco as projeções podem ser feitas de acordo com alianças e nossos históricos de rivalidades tribais. O eleitor esta pensando mais no próprio umbigo ultimamente. Na capital á possível identificar uma coisa: levam vantagem aqueles candidatos com assistência social (caso de Zequinha) ou políticos dedicados cobrança de melhorias nos bairros e invasões pela TV, casos de Fogaça do 38 e Aélcio da TV.
Um genérico
Por falar no deputado Zequinha Araujo, o dançarino da impunidade, que tem obtido seguidas reeleições através de instituições filantrópicas mantidas com dinheiro do governo, os adversários estão taxando o parlamentar de genérico dos Donadons. Sem querer voduzar, mas já voduzando: como Zequinha também esta sendo investigado pela justiça ele poderá ser vitima também do chamado Efeito Orlof...
Via Direta

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