Sexta-feira, 10 de julho de 2015 - 05h03
O genocídio dos negros
No parecer apresentado pela relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito-CPI Rosangela Gomes (PRB-RJ) que investiga a violência contra jovens negros e pobres, foi sacramentada a proposta de um Plano Nacional Contra a Violência, alegando-se que se consolidou um genocídio institucional no segmento.
No entanto, os vários planos nacionais anunciados pelo governo brasileiro não tem solucionado os problemas até agora no país. No Brasil, temos planos para tudo: contra as drogas, saneamento, do lixo. Certamente só mais um projeto – que muitas vezes nem sai do papel – não conseguirá resolver um problema tão complexo e de tamanha gravidade.
Mas alguma coisa precisa ser feita. O Mapa da Violência tem demonstrado claramente a mortandade da juventude negra em contaste com os índices de mortos dos jovens brancos.
Medidas duras foram propostas pela relatora: a desmilitarização das polícias, a criação de um fundo de combate ao racismo e a aprovação de um projeto que acaba com os chamados de autos de resistências usados por policiais para justificar mortes em perseguições. Vamos engatinhando.
Aliança costurada
Tudo caminha, conforme as costuras em andamento, para uma aliança envolvendo o PSB/PMDB/PDT nas eleições municipais do ano que vem na capital, encaminhando o projeto de reeleição do atual prefeito Mauro Nazif. Além do eixo principal formado por estas legendas, outras que participaram da campanha vitoriosa do governador Confúcio devem seguir juntos.
Indicação de vice
A indicação de vice de Nazif, no entanto, vai exigir o exercício da engenharia política da coalizão. O PDT tem a primazia à indicação, mas o PMDB também ambiciona – e já tem alguns nomes para tanto – para a formar a chapa. Nas eleições ao governo em 2014, o PDT tinha a preferência, mas para unir a coligação abdicou da vice cedendo a vaga para o PSB, com Daniel Pereira.
Entrou na dança
Com um bom lance de marketing político, ao acampar na frente da prefeitura de Porto Velho apoiando o movimento grevista de cobradores e motoristas do sistema de transportes coletivos, o deputado estadual Hermínio Coelho (PSD) entrou na peleja sucessória municipal. Mas se quiser ser candidato vai ter que procurar outro partido, pois Moreirão não vai dar mole para ele.
Novas filiações
O PDT abriu campanha de filiações na capital e já tem conseguido importantes adesões para sua nominata de candidatos a vereança, conforme anunciaram ontem seus novos dirigentes. A nova comissão provisória pretende fixar uma data para promover o Dia das Filiações, para que as novas fichas sejam abonadas pelo presidente estadual do partido, senador Acir Gurgacz.
O cara sumiu

Quem procurou o chefe da Casa Civil, Emerson Castro, no meio de semana não achou. Estava em Natal, na aprazível capital do Rio Grande do Norte, onde trata da transferência dos investimentos de lazer, bar e hotelaria da família. Se nem o chefe da Casa Civil acredita em Rondônia e muda os negócios para outros estados, quem vai acreditar neste governo? E quem tem para receber do Edifício Aquários que se apresse, né? O clã esta de mudança...
Via Direta
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* O PSDB vetou a participação de tucanos com má fama no Diretório Nacional *** No Paraná, Beto Richa ficou de fora, em Rondônia, o ex-senador Expedito Júnior perdeu terreno. Os tucanos querem ser “purificar” *** Trocando de saco para mala: com a possível troca de comando estadual, poderá ocorrer uma debandada geral no PPS rondoniense *** Neste caso, uma migração para os quadros do PP de Ivo Cassol
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