Quarta-feira, 26 de agosto de 2009 - 14h37
Eu me lembro dos tempos da Ditadura, quando tudo que nós fazíamos era acompanhado de muito perto pela repressão, eles eram inteligentes, conseguiam decifrar nossa insatisfação, feitas através de frases, textos músicas e poemas.
Afasta de mim esse cálice, hoje você é quem manda, caminhando e cantando, e por aí afora, tudo muito bem detalhado e pesquisado por eles, arranhavam LPS, ainda na fase de prensagem, apagavam textos já prontos para ir ao ar, cortavam falas de espetáculos teatrais, e formavam corredor polonês nas coxias dos teatros.
Por incrível que pareça, era uma repressão inteligente, liam tudo, iam a todos os eventos, marcavam presença, para detectar a inteligência, os recados mandados a população sobre o regime, através das artes.
Hoje o poder adormeça em berço esplêndido, o que se busca é o poder de mando, as benesses que a pátria oferece, para que ir a um espetáculo, onde o artista vai reclamar da minha administração, o fulano eu já conheço fala mal da gente, sicrano vai dizer que nós não fazemos nada.
Não tenho saudades da ditadura e da repressão, pois também sofri com ela, mas que saudades da inteligência.
Carlinhos Maracanã
Agitador cultural.
[email protected]
Hospital Municipal: quando teremos?
Faz tempo que essa promessa de novos hospitais públicos para Porto Velho está na fila de espera. Na condição de um dependente do Sus, desde que isso
Recentemente, a Câmara dos Deputados aprovou o número de vagas no parlamento, passando de 513 para 531. Num país efetivamente sério mais representan
Votação do IOF expôs fragilidade da base do governo Lula no Congresso
Quarta-feira (25), o Congresso impôs mais uma derrota ao governo do presidente Lula derrubando o Decreto que aumentava o IOF. O governo perdeu mais
Roubalheira no INSS -apenas mais um escândalo
O esquema que desviou bilhões de reais de contas de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) foi apenas mais um